Há momentos em que a militância fala mais alto. Há momentos em que os aplausos traduzem confiança. Há momentos em que a trajectória de um quadro político se encontra com as expectativas da sua base.
É neste ambiente que se projecta o nome do camarada Luís Manuel da Fonseca Nunes, actual Governador de Luanda e candidato ao cargo de Primeiro Secretário Provincial do MPLA em Luanda.
O seu nome tem sido recebido com entusiasmo por sectores da militância que nele reconhecem um quadro resiliente, experiente, patriótico e comprometido com o trabalho político e com os desafios da governação.
Luís Nunes não aparece por acaso. É produto de uma trajectória de militância, trabalho e responsabilidade.
UM QUADRO QUE NÃO TEME OS DESAFIOS
Luanda não é uma província simples de governar.
É uma terra de enormes desafios, onde milhões de cidadãos esperam respostas, onde as comunidades reclamam mais serviços, mais organização, mais mobilidade, mais oportunidades e melhores condições de vida.
É perante esta realidade que se mede a capacidade de um dirigente. E é justamente nos momentos difíceis que os quadros resilientes revelam a sua verdadeira dimensão.
Luís Nunes tem procurado assumir os desafios com determinação, mantendo uma postura de proximidade e atenção às preocupações das populações.
Não há governação sem desafios. Não há liderança sem responsabilidade. Não há militância verdadeira sem capacidade de resistir, trabalhar e continuar.
UM GOVERNADOR QUE PROCURA ESTAR PERTO DO POVO
A política que se distancia das comunidades perde força. A liderança que não escuta deixa de compreender.
O dirigente que não conhece as dificuldades das populações dificilmente poderá apresentar respostas adequadas.
Por isso, a proximidade com os cidadãos constitui uma das dimensões essenciais do exercício da liderança. Luís Nunes tem procurado afirmar uma governação atenta às questões que afectam a população de Luanda, acompanhando os problemas e procurando contribuir para a sua resolução.
É uma postura que merece reconhecimento. Porque governar não é apenas administrar estruturas: é servir pessoas.
NO MPLA, A MILITÂNCIA É UMA FORÇA
O MPLA é uma organização com uma longa história política em Angola, construída através do empenho de sucessivas gerações de militantes.
É neste universo de militância que se afirma Luís Nunes. Um quadro que procura manter-se ligado ao Partido, aos seus camaradas e aos desafios da organização.
A sua candidatura à liderança do MPLA em Luanda coloca no centro do debate a necessidade de fortalecer a organização, mobilizar as bases, aproximar o Partido das comunidades e preparar a militância para os grandes desafios políticos que se avizinham.
Um Partido forte começa por uma base organizada. Uma base organizada exige liderança. E liderança exige trabalho.
A OVAÇÃO DOS CAMARADAS TEM UM SIGNIFICADO
Quando a militância aplaude, quando os camaradas levantam a voz e quando uma candidatura é recebida com entusiasmo, existe uma mensagem política que merece ser escutada.
É a manifestação de expectativas. É o reconhecimento de uma trajectória. É a expressão de confiança daqueles que acreditam que determinado quadro pode dar continuidade ao trabalho e assumir novas responsabilidades. Foi neste ambiente de entusiasmo que Luís Nunes recebeu forte ovação de militantes do MPLA em Luanda, no acto de hoje, 12 de Setembro, no Futungo Marina, onde procedeu ao lançamento das suas linhas de força para o mandato que dará início no próximo dia 26 do corrente mês e ano após a sua eleição ao cargo de primeiro secretário provincial do MPLA em Luanda.
Os aplausos não substituem o trabalho, mas revelam o sentimento de quem aplaude. É a expressão de confiança. E esse sentimento deve ser respeitado.
LUÍS NUNES, UM CAMARADA ENTRE OS CAMARADAS
A liderança não se constrói apenas nos gabinetes. Constrói-se nas comunidades, nas estruturas de base, nas reuniões, no contacto com os militantes, na capacidade de ouvir e na disponibilidade para trabalhar. E é isso com que Luís Nunes tem galvanizado as massas na capital do País. Um verdadeiro quadro partidário deve saber caminhar com os seus camaradas.
Deve saber ouvir críticas. Deve saber reconhecer dificuldades. Deve saber mobilizar. Deve saber unir.
É neste espírito que muitos militantes olham para Luís Nunes como um quadro capaz de contribuir para uma nova dinâmica política no MPLA em Luanda.
AGORA É HORA DE MOBILIZAR
A política exige organização. A organização exige disciplina. A disciplina exige compromisso. E o compromisso exige militantes determinados.
Luanda precisa de uma estrutura partidária cada vez mais presente junto das comunidades, capaz de dialogar com a juventude, valorizar as mulheres, fortalecer as organizações de base e responder aos desafios do nosso tempo.
Essa foi uma das frases de Luís Nunes na sua intervenção bastante aplaudida pelos militantes do Partido, membros da OMA e da JMPLA.
É por isso que a discussão sobre a liderança do MPLA na província de Luanda na qualidade de maior praça política de Angola deve ser feita com responsabilidade, elevação e espírito de unidade.
Luís Nunes coloca a sua experiência, a sua militância e a sua capacidade de trabalho à disposição desta missão.
UM HOMEM DE PARTIDO, UM QUADRO DE CONFIANÇA
Num momento de grandes desafios, os partidos precisam de quadros que não abandonem o barco quando surgem dificuldades. Precisam de homens e mulheres com resistência política, espírito de camaradagem, sentido patriótico e capacidade de trabalho.
É neste perfil que os seus apoiantes enquadram Luís Nunes. Um quadro que procura manter-se firme. Um militante que acredita no trabalho. Um dirigente que procura estar atento às preocupações do povo.
Um camarada que agora coloca o seu nome à apreciação da militância para uma nova responsabilidade.
A força de um quadro mede-se pela sua capacidade de servir.
E servir é trabalhar. Servir é ouvir. Servir é unir. Servir é assumir responsabilidades.
By: Deusinho Tiago
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Liderar não é obra de magia