SOBE PARA TRÊS O NÚMERO DE MORTOS DEVIDO ÀS CHUVAS EM LUANDA
Subiu para três o número de mortos em consequência das fortes chuvas que se abateram sobre a província de Luanda neste sábado, 4, deixando ainda milhares de habitações inundadas e vários pontos da cidade sob pressão.
Por Kamuambi Ndô Mbâxi
Publicado em 05/04/2026 09:20
Novidades
No total, cerca de 4.180 habitações foram afectadas pelas inundações, com maior incidência nos bairros Honga, Bagdá, Kifica, Danjareux e Benfica. No município do Kilamba Kiaxi, foram registadas aproximadamente 1.100 casas alagadas, enquanto Viana, Maianga, Sambizanga e Camama também reportaram danos

Subiu para três o número de mortos em consequência das fortes chuvas que se abateram sobre a província de Luanda neste sábado, 4, deixando ainda milhares de habitações inundadas e vários pontos da cidade sob pressão.

De acordo com o porta-voz do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros em Luanda, Daniel Correia, as vítimas mortais foram registadas nos municípios de Cacuaco e Mulenvos.

Em Cacuaco, uma mulher, com idade estimada entre os 30 e 35 anos, morreu após cair numa vala no bairro Cerâmica, zona da Maravilha. Já nos Mulenvos, duas crianças, de 3 e 6 anos, perderam a vida por afogamento, num dos episódios mais trágicos associados à intempérie.

No total, cerca de 4.180 habitações foram afectadas pelas inundações, com maior incidência nos bairros Honga, Bagdá, Kifica, Danjareux e Benfica. No município do Kilamba Kiaxi, foram registadas aproximadamente 1.100 casas alagadas, enquanto Viana, Maianga, Sambizanga e Camama também reportaram danos.

As chuvas, que se fizeram sentir ontem, 4, entre as 10h00 e as 17h00, provocaram ainda a queda de árvores, o transbordo de bacias de retenção e a queda de infra-estruturas eléctricas, além de deixarem várias vias intransitáveis devido à acumulação de água.

As equipas do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros continuam mobilizadas no terreno, tendo já efectuado o resgate de famílias em zonas críticas, bem como trabalhos de drenagem, limpeza e desobstrução de vias.

O cenário volta a evidenciar fragilidades estruturais na drenagem urbana da capital, numa altura em que se multiplicam os alertas para a necessidade de medidas preventivas mais eficazes face à recorrência de chuvas intensas.

 

 

 

 

 

 

 

Texto: Correio da Kianda

 

 

 

 

 

Comentários
Comentário enviado com sucesso!

Chat Online